Trabalhar o sentimento do amor no dia a dia nem sempre é uma tarefa fácil. Às vezes, parece que enxergar o pior o lado do ser humano é uma ação que já nasce com a gente e só cresce com o passar dos anos.
Espécie complexa a nossa heim? O filósofo e sacerdote Fábio de Melo diz uma coisa que acho perfeito para refletir o assunto. Ele fala que a vida é igual a um garimpo. Que um diamante geralmente não é percebido numa primeira olhada porque as pedras são muito parecidas com o cascalho. A única diferença é que uma delas esconde o brilho sob as cascas que o revestem. Por isso corre-se o risco da valiosa joia ser jogada fora. Daí a importância da lapidação.
Como os diamantes, assim são as pessoas que cercam nossa vida. E não podemos correr o risco de jogá-las fora só porque não tivemos a disposição de olhá-las além de suas cascas. É desperdiçar a oportunidade de evoluir. A vida é um minuto e devemos vivenciar o melhor dela. E por incrível que pareça, o ser humano está nesse melhor. É por isso que subjugar o próximo é agir contra nós mesmos.
Olhar o outro com amor é muito mais compensador. Amar pode e deve ser o principal verbo da nossa vida. É conjugando este verbo na prática que conseguimos vencer as inúmeras guerras que nos cercam, inclusive, a mais difícil: a que está dentro de nós mesmos.
Minha linda amiga, o seu brilho nunca esteve escondido e você é uma das poucas pessoas que não precisa ser lapidada, já é um diamante muito valioso! Tento sempre me lembrar de uma coisa que sempre ouvimos dizer e às vezes falamos da boca pra fora: “é dando que se recebe”…Vamos então distribuir nosso amor para quem mais precisa! Bjos, saudade.