Estar em São Paulo e poder conferir a arte de meu Pernambuco querido é maravilhoso. Desde o mês passado esteve em cartaz no Itaú Cultural, a exposição OCUPAÇÃO , do cantor e intérprete Chico Science.
Num formato diferenciado ao estilo de Chico, a mostra retratou a vida do músico em fotos, vídeos e muita informação sobre a carreira e trajetória desde pernambucano criador do ritmo mangue beat.
Prestes a desocupar a instituição, a mostra o Mangue no Cinema, um ciclo de longas, médias e curtas-metragens e ainda videoclipes, mostrou o trabalho de um dos principais personagens do mangue beat nos anos 90 e início dos 2000.
As exibições seguiram até ontem, (04), quando aconteceu também o Conversa de Mangue, um encontro entre o público, especialistas musicais e protagonistas do movimento para debater sobre a reverberação dessa cena no Brasil e no mundo.
O debate foi às 19h e contou com a participação de Beco Dranoff, Borkowski Akbar, Fred Zeroquatro, Bill Bragin, Paulo André Pires e Carlos Eduardo Miranda.
De Rio Doce para o mundo, tenho orgulho em dizer que fui criada no mesmo bairro do cantor, e hoje, redescubro sua arte na maior cidade do Brasil.
