Atitudes simples podem tornar o roteiro menos burocrático e ágil.

Ao invés da mala de rodinha, uma básica e apertada mochila. Quem costuma fazer mochilão, sabe bem o quanto é incomodo estar sempre com aquele peso em todo lugar que anda. A mochila ideal é aquela que corresponde bem às atividades durante a viagem e à estrutura física do viajante. Mas um bom tamanho são as de 60 a 75 litros. O objeto mochilão nada mais é que as denominadas mochilas cargueiras. Conforto, resistência e praticidade são os critérios mais exigidos pelos mochileiros na hora de investir numa.

Luiz Neto já mochilou na Argentina

Arrumação – As peças de maior volume e com menor chance de serem utilizadas devem ir ao fundo da mochila, como jaqueta e um agasalho extra. Em seguida é a vez das blusas, calça de moleton, toalha, camiseta, bermudas e roupas íntimas (sempre embaladas num saquinho). Tudo a ser levado deve ser pequeno, maleável e com menos quantidade possível, principalmente nos itens de higiene pessoal. Tente levar produtos no tamanho “amostra grátis”, sempre dentro de sacos plásticos. Retire o rolo do papel higiênico e leve só o papel. “Sempre me estressava na hora de mudar de um alojamento para outro, por conta da arrumação. Mochilei para um país frio e no meio do caminho ia comprando casacos. Chegou um momento que minha mochila não cabia mais nada de tanta coisa que tinha nela. Não teve arrumação que desse jeito”, lembra o bancário Luiz Neto, que já viajou como mochileiro para a Argentina.

Mas, mochilar implica também outras preocupações. Se for para terras estrangeiras é preciso tirar passaporte e receber o visto da embaixada do país de destino, porém, para viagens a países do Mercosul, a cédula de identidade serve como passaporte. Dependendo do lugar para onde se viaja, também é preciso tomar alguns cuidados para não adoecer. Algumas medidas devem ser programadas com antecedência, como é o caso da vacina contra a febre amarela que deve ser tomada dez dias antes de viajar de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O cartão de vacina em regiões da América do Sul, África e estados brasileiros como Manaus e Amazonas, deve estar sempre em mãos para ser apresentado as autoridades locais quando pedido.

O dinheiro é outro fator importante. Na hora de usá-lo surge sempre a dúvida: ir com dinheiro ou cartão de crédito? Saber para onde vai e a moeda de destino, são dicas fundamentais para não fazer feio na hora de colocar a mão no bolso.

Segundo a gerente de viagens da Luck Turismo, Silvana Alencar, o cartão é uma das melhores opções, porém não se deve viajar sem dinheiro na carteira. “É sempre bom levar 40% do que vai gastar em dinheiro, pois nem todos os lugares possuem caixa eletrônico ou aceitam cartão”, explica.

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